Publicado por: Bruno em: 15 dezembro, 2009
Uma pergunta que já se tornou rotineira em eventos que tratam do assunto em todo o mundo, aqui no Brasil especificamente já vi e ouvi muito se falar sobre como medir e justificar os investimentos realizados em mídias sociais, sendo que em muitos casos não temos números concretos, mas temos uma percepção de imagem e relacionamento extremamente grande com todos os públicos que estão em torno de uma determinada empresa que participam, se engajam e são influenciados pelas outras pessoas dentro das mídias sociais.
Deixo aqui mais um vídeo para que possa tirar suas próprias conclusões sobre o impacto e os benefícios (digo só benefícios, proque mesmo você não querendo, você, sua empresa ou seja lá o que for, já estão sendo falados e discutidos nestes ambientes colaborativos) que as mídias sociais trazem.
Reflitam!
Créditos ao blog : Comunicação e Marketing, de Renato Martinelli
Publicado por: Bruno em: 15 novembro, 2009
Ele já foi e ainda podemos considerar o e-mail como sinônimo de comunicação eficiente, porém ele está perdendo lugar para ferramentas mais ágeis e informais - como rede sociais, mensageiros instantâneos e blogs (dou destaque para o google wave que integra tudo isso numa mesma plataforma)
Podemos perceber esta ‘migração’ muito entre os jovens, pois esta geração (Y) abandona o e-mail em favor de redes sociais como o Orkut, comunicadores instântenos como o MSN e Twitter. De acordo com o Ibope Nielsen Online em Setembro 59 milhões de pessoas acessaram comunidades e ferramentas de mensagens instantâneas no Brasil, ante 28 milhões de usuários de e-mail. O tempo gasto com mensagens eletrônicas foi de apenas 2 horas por mês, menos da metade do tempo despendido com comunicadores instantâneos.
Vejo essa migração, da mesma forma com que sentimos a avalanche de informações e o acesso fácil cada vez mais em nossas mãos através das multiplataformas, que nos possibilitam ter acesso a este bombardeamento de informações. Imagine a alguns anos atrás, aguardar uma resposta de uma carta durante dias era algo tão corriqueiro quanto irritante. Com a popularização da interne, houve uma revolução nos costumes, onde o tempo para uma troca de mensagens caiu e cai para apenas horas, minutos e segundos.
O mundo e a tecnologia não param de avançar, agora vão ficando evidentes as desvantagens do e-mail. Acredita-se que o e-mail será usado apenas por quem não precisa de respostas urgentes. Quem tem pressa recorrerá cada vez mais a alternativas como bate-papo virtual, mensagens de texto via celular (SMS) ou redes sociais.
As empresas vão ter que se adaptar, poucas já estão se adaptando a esta nova maneira de interagir e trocar mensanges, informações etc…. Os jovens já utilizam isso de forma efervecente, os adultos estão se adaptando, e você ? o que acha desta transformação ? ainda não faz parte dela ? então corra, antes que estes novos formatos também já comecem a ficar ultrapassados !
Publicado por: Bruno em: 27 outubro, 2009
Compare a coluna da esquerda com a da direita e veja se você passou por toda esta ‘evolução’.
| Em 2000
|
Em 2009 |
| Fóruns | Orkut e Facebook |
| Google para buscas | Google para (quase) tudo |
| Telefonemas DDD e DDI | Skype |
| Noite de pôquer com os amigos | Pôquer online |
| VHS pornô | X Tube e Porn Tube |
| Enciclopédias com livros pesados | Wikipédia |
| Sites complicados de alterar | Blogs |
| ICQ | MSN |
| Lojas de CDs e locadores de vídeo | Torrents e a guerra contra a pitaria |
Devidos créditos a Revista Vip, em matéria publicada nesta última edição (Novembro 2009) sobre ’saudades dos anos 2000′ assunto: Internet.
Publicado por: Bruno em: 1 outubro, 2009
Muito se fala e se discute sobre as gerações e suas pecualiaridades, e de como as transformações, mudanças e adapatações que a tecnologia proporciona todos os dias ‘afetam’ a vida das pessoas.
Para um melhor entendimento, vou deixar aqui como estas pessoas são classificadas em sua grande maioria, e espero, que seu entendimento e compreensão sobre os diversos assuntos que envolvem estes públicos se tornem mais claros, objetivos e argumentativos quando falar ou ouvir citações sobre.
Primeiro os Baby Boomers, aqueles nascidos na festa que foi o mundo pós-guerra até os anos 60. Depois deles vieram os X, que nasceram entre o final dos anos 60 e início dos 80, um período de profundos choques ecônomicos e culturais. E antes da atual geração Z, que nasceu dos anos 90 e 2000, já imersa no mundo digital, há um grupo de pessoas cada vez mais representativo para os anunciantes e que tem um comportamento muito peculiar.
Por mais que seja dificil que seja definir quando exatamente essa nova onda começou, há certo consenso de que a chamada geração Y é aquela dos jovens nascidos entre 1980 e 1994, que começam a das os primeiros passos na vida profissional (e aqui EU me incluo) ou se preparam para inciaar a carreira.
“É uma turma que dá tchau quando percebe que o desafio já acabou, em qualquer área. É como um videogame, que tem várias fases, cada qual com desafios maiores do que antes”, define Sidnei Oliveira, consultor da Kantu e autor do livro Gera~ção Y: Era das Conexões (talvez eu leia este livro).
Para Oliveira, a geração Y traz uma nova perspectiva sobre o mundo, o que tem um lado bom e outro nem tanto.
“Eles buscam reconhecimento, mais do que qualquer outra geração. Só que isso traz também a impaciência.” afirma. (Atenção total neste ponto! Gestão do relacionamento nas redes sociais, tem tudo a ver com este fato! Empresas, acordem, está lá, é só fazer direito.) Outros pontos interessantes são o desejo de liberdade, que pode trazer uma informalidade excessiva; a busca pela inovação, que em alguns casos torna o profissional questionador exagerado; e a individualidade, o desejo de deixar a marca, que pode parecer excesso de autoconfiança ou arrogância.
A geração Y deseja o controle criativo da comunicação e quer liberdade e independência para experimentar o novo.
Um ponto que sempre cito e me identifiquei quando li o professor Luli Radfather diz é: O excesso de informação é um dos maiores problemas de um segmento que enfrenta uma crise de referência. “Essas pessoas se colocam como únicas responsáveis pelo seu sucesso, o que ocasiona que elas também se responsabilizem pelos seus fracassos, auemntando a incidência de depressão. Antes as pessoas tinham falta de sorte, agora são perdedoras;a falha é exclusivamente individual “
Outra citação dele: ” As pessoas não são só individualistas, mas também topam qualquer ideologia desde que se adeque a seus objetivos” (fato! não ?)
Meu ponto final que queiro deixar para discussão é o seguinte: muitas pessoas das gerações se fundem, quebram paradigmas e chegam até serem consideradas de outra época pelo rótulo que são tachadas. Onde será que vamos chegar com esta separação ? não seria uma forma de pré-conceito ? Ou também os fatos provam que realmente isso tudo é real e se adequada a grande parte das pessoas. Qual sua opinião ? Você se identifica em algum destes momentos ? É de uma geração e se sente totalmente imergido em outra ?
Devidos créditos: Meio e Mensagem, Sidnei Oliveira e Luli Radfhater.